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Mostrando postagens de 2015

Escravos de Jó

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Hoje estou aqui para comentar uma música que, na minha opinião, faz apologia aos maiores vícios da humanidade, caracterizando-se como uma verdadeira ode à desvirtude. E eu, correto como um frade virgem da Mesopotâmia, me sinto na obrigação de denunciar este disparate histórico que se arrastou durante os séculos. Antes de avançar neste dossiê, vou revelar a cancioneta em questão. Estão preparados? Pasmém, gente, a música a qual me refiro é uma das mais cantadas nos bares brasileiros, um grande hino da alegria botequeira universal, a inigualável "Escravos de Jó". Eu sei que devem estar pensando: "Ah, esse cara tá viajando, tomou jurubeba com chá de lírio", mas vou provar por A + B que tudo não é fruto de uma imaginação deturpada da realidade.
Bom, todos sabem de cor e salteado a letra desta canção. Mas, para quem ainda está em dúvida, vamos lá: Escravos de Jó, jogavam cachangá. Tira, põ-õe, deixa ficar. Guerreiros com guerreiros fazem zig zig zá. Guerreiros com guerre…

Zzzzzzz

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Essa aconteceu quando tive que escolher a cama para minha nova casa. Descobri uma avenida, aqui em Campinas, que tem uma grande variedade de loja de colchões. Em princípio, a busca pelo ninho de amor de um casal deveria ser corriqueira em sem percalços. Mas havia um agravante. Estava há alguns dias de contrair matrimônio e entregar o projeto final de minha pós-graduação. Resumindo: noites mal dormidas, sono atrasado e cansaço físico-emocional, enfim, estava como Cristo na cruz, pregado.
Parei meu carro na "avenida dos sonhos" e comecei a perambular pelas lojas atrás da cama ideal com um preço que não fosse um pesadelo. Entrei, então, na primeira loja, descrevi a que eu queria e ele começou a mostrar os modelos. Como todos sabem, para ter certeza da qualidade é preciso fazer o sleep-drive, ou seja, deitar-se para conferir características como conforto, resistência e durmabilidade. E isso para quem está com o sono em deficit é pior que tortura chinesa. O vendedor convidou-me a …

Tipos em uma Assembleia de Condomínio

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Antes de morar em minha casa atual, morei em um condomínio fechado e participei de uma Assembléia Geral de Condomínio antes de me mudar, que definiria, entre outras coisas, as regras internas do condomínio, o novo síndico, data de entrega das chaves, valor do condomínio, entre outras cositas mais. Agora, imaginem mais de 100 famílias discutindo sobre os assuntos importantes de nossos novos lares. Seria confusão na certa. Conflito de interesses, opiniões estapafúrdias, polêmicas irrelevantes e princípios de barracos homéricos.
E, durante a assembléia, consegui identificar 10 tipos básicos deste tipo de evento. Divirtam-se e veja se reconhece alguma destas figuras:
1 – O Reclamão – Nunca está satisfeito. Qualquer resolução é passível de questionamentos, contestação e ira. Mal o moderador inicia um assunto, o reclamão já está com a mão estendida. E não adianta, essa pessoa nunca estará satisfeita.
2 – O Sr. Palavras de Veludo – Adora aplausos. É um aproveitador de discussões para lançar sua…

Vou chamar o síndico (crônica retrô)

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Este fim de semana, algo pitoresco aconteceu em minha vida. Fui a um prédio de uma amiga de minha noiva para pegar uma caixa de whisky que será utilizado em minha festa de casamento (falta 1 mês gente, que emoção). Combinei o horário e britanicamente cumpri. Peguei o elevador e cheguei ao meu destino. Quando me aproximo da porta, o vizinho sai de casa de uma maneira muito especial: com uma garrafa de Ballantines carregada como se fosse um bebê de colo e na outra mão, um copo com gelo. Seus passos eram semelhantes a de um ser com labirintite avançada tentando participar da dança dos famosos e sua fala estava tão enrolada que parecia um novo dialeto anglo-saxão misturado com árabe-afegão.
Para minha surpresa, descobri que este ser oriundo das adegas do inferno era nada menos que o síndico do prédio. Imagina, então, o que é o resto do condomínio, ou melhor, o SEM domínio. Foram alguns segundos de contato, tempo dele ir até o elevador, mas isso me marcou profundamente. Voltando para casa, …

Exame da Próstata

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Todos os homens sabem que um dia passarão pelo temível exame de próstata. Apesar de extremamente constrangedor e vexatório, o exame é necessário e pode salvar muitas pessoas. Agora, imaginem se pudéssemos escolher o tipo de exame e suas opções de variação. Enquanto este diagnóstico não pode ser feito de outro modo senão pela terrível introdução do dedo indicador, vamos incrementar o inevitável. Abaixo, você verá a ficha de pedido do exame:
Nome do Paciente – Jacinto D. Do Aquino Rêgo
Como quer o exame? Dedos – Palito de picolé – Bic 4 cores – Uma garrafa de vinho, 2 taças e um CD do Julio Iglesias – Sabugo de milho – Guarda-chuva aberto.
Que dedo prefere? Mindinho – Médio – Indicador – Dedo genital – Todos batendo palmas
Que estilo de dedo? O mais fino possível – Com as unhas aparadas – Dedo de mecãnico de trator – Estilo ET, de Spielberg – Com elefantíase.
Como o dedo deve entrar? Direto e reto – Simulando movimento de uma minhoca – Simulando um gancho – Simulando os movimentos de uma ret…

Filas

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Se a máxima popular de que brasileiro adora uma fila for uma regra eu sou uma exceção. Eu simplesmente odeio filas, tento evitá-las a todo custo e quando não há outro jeito encaro a maldita com o pior dos humores. Mas há uma coisa, dentro dela, que me irrita ainda mais: pessoas que adoram puxar papo enquanto esperam sua vez. Lendo algumas crônicas que escrevi, tenho a total convicção que serei um velho ranzinza, tamanha a quantidade de coisas que violentam emocionalmente meu senso de humor e paciência tibetana (se bem que hoje nem os monges do tibet andam controlados espiritualmente. É Dalai na Lama).
Bom, voltando ao assunto que me trouxe aqui, não suporto pessoas que tentam demonstrar toda sua simpatia com conversas que não agregam nada na minha vida, feitas em um momento inconveniente com assuntos igualmente estúpidos. Ok, sei que a intenção destes moçoilos e raparigas (no bom sentido) é a de buscar uma forma de entretenimento enquanto aguardam um bom tempo na fila, dependendo de on…

Os 10 mandamentos da paternidade

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2014 a.C., Campinas de Galileus

Renata das Campinas de Galileus inicia sua saga de nove meses pelo deserto da Gravittá. Um caminho árduo, cheio de intempéries e desafios. Seu companheiro, Maurus, o filisteu, bravo guerreiro, acompanha Renata nessa jornada. Para suportar o calor de mais de 50 graus, Maurus carregava 2 cantis, um cantil de água que pegou em oásis a 4 milhas atrás e outro de um líquido obtido do lúpulo e do trigo, conseguido em uma plantação próxima da periferia da antiga Roma. Esse cantil saciaria a sede dele e de sua companheira nos momentos mais crueis da jornada.
O tempo ia passando e um fenômeno dificultaria ainda mais a caminhada rumo ao nascimento da enviada de Deus que o casal criaria por determinação do Ser Supremo Celestial. Além do forte enjôo, noites mal dormidas e o lado emocional com picos de alterações severas, Renata também observava seu ventre crescer mês a mês. Coincidentemente, o suco de cevada que Maurus tomava, fazia com que ele experimentasse os mes…

Pequeno gafanhoto

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Poucos sabem (talvez ninguém saiba), mas na minha adolescência eu fiz um passeio pelas artes marciais para saber qual tinha mais o meu perfil: karatê, taekwondo, judô e kung-fu, esta última o motivo desta crônica.
Foram cerca de 5 meses de kung-fu e o mais exótico era o estilo da luta: o louva-deus. Sim, amados leitores, os movimentos delicados e precisos de um louva-deus eram a referência e o alicerce desta luta oriental milenar. Eram coreografias até certo ponto constrangedoras e horas patéticas, mas que no momento de botar em prática deixava o oponente imobilizado e, dependendo do grau de força que o inimigo impunha, ela era usada contra ele, deixando-o severamente machucado.
Claro que fazer a luta do louva-deus era motivo de bullying entre os amigos e com o tempo fui refletindo. Sabe quando você se pergunta: "Pra que vou usar a fórmula da bhaskara na minha vida?". Pois bem, estava com o mesmo questionamento sobre usar os movimentos do inseto em uma situação real de risc…

White Eyes (crônica retrô)

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Fui abduzido essa manhã. Só pode ser. Algo muito estranho aconteceu e, sinceramente, não sei explicar com clareza. Isso até arrepia minhalma. Bom, vou tentar discorrer sobre o fato.
Toda manhã, de uns dias para cá, acordo com acessos de espirro e coceira intensa nos olhos. Isso, aliado à expressão facial sonolenta, me deixa com uma cara péssima, mais parecendo que tomei uma seqüência de jabs do Mike Tyson depois que o chamei de frutinha comedora de orelhas. Meus olhos ficam extremamente amassados e com uma vermelhidão tão intensa que até um daltônico perceberia se tratar de um vermelho Red-Blood-Pepper-Hot-Fire-Menstruation-Powerfull.
Essa situação já estava me sufocando, já que eu chegava ao trabalho com aquela cara amassada e olhos vermelhos, como se tivesse chegado de uma festa rave. Eu precisava dar um basta nisso tudo. E tomei uma atitude drástica: comprei um colírio super poderoso. Era necessário para dissipar essa falsa imagem de homem-balada que estavam criando pra mim.
Acordei c…

Preconceitos

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Em um bar qualquer

Amiga 1 - Nossa, amiga, não olha agora.
Amiga 2 - O que, miga?
Amiga 1 - Discretamente dá uma olhada na mesa ao nosso lado
Amiga 2 - Fala logo, não vi nada
Amiga 1 - Tá vendo o casal? Presta atenção na mão dele e na dela
Amiga 2 - Nããããão. Ele com aliança e ela sem
Amiga 1 - E-xa-ta-men-te. Que safado, traindo a esposa na maior cara de pau
Amiga 2 - Pobre mulher, deve estar em casa, cuidando dos filhos e esse desgraçado aqui, com essa piranha
Amiga 1 - E olha só, ele ainda pedindo champagne
Amiga 2 - Deve ser aqueles ricaços que se acham donos do mundo e que compram qualquer coisa
Amiga 1 - Com certeza estão celebrando o carro que ela ganhou ou quem sabe o apartamento no bairro mais chique
Amiga 2 - Eu fico possessa com essas coisas. Dá vontade de ir lá
Amiga 1 - Não vale a pena. Olha a cara de barraqueira dela. Deve ser uma garota de programa, na certa
Amiga 2 - O pior é que ele faz questão de mostrar a sua aliança brilhante. Deve ter falado que está em reunião para a coitada d…

Trocando a fralda

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Quem lê com regularidade Entre o Bem e o Mauro está acompanhando a saga de minha recém-paternidade. Cada semana, uma, 2 ou mais histórias recheadas de humor e atitudes atrapalhadas. E neste fim de semana aconteceu algo que, sem sombra de dúvida, já ocorreu com quase 100% das famílias.
Antes vale lembrar que adotei a seguinte estratégia assim que minha princesa nasceu: não trocaria fraldas. Calma, feministas de plantão e ONGs ligadas ao bem-estar dos bebês através das ações educadoras e de higiene provinda da figura paterna. Para compensar, eu ajudaria em outras milhares de coisas que demanda a vida de um nenê. Mesmo na hora da troca de fraldas, eu me posicionaria como um ágil assistente, deixando todos os apetrechos sempre à mão da mãe. É que, vou admitir, tenho nojo de manusear as fezes e urinas do ser humano. Algo meu, da minha natureza.
Mas o dia a dia me mostrou que teria que superar mais este tabu. Uma hora a necessidade desse serviço seria inevitável. E no fim de semana anuncie…

Pastelão

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Essa aconteceu no começo da minha carreira de publicitário, em uma agência modesta, porém muito importante na formação deste profissional que hoje sou. Mas não é sobre isso o assunto.  O dono da agência tinha o costume de, eventualmente, trazer guloseimas para degustarmos no meio da tarde. Além de matar nossa fome vespertina, a intenção era dar uma pausa nos jobs e integrar a reduzida equipe. Ficava um ambiente quase que familiar.
O "evento" acontecia geralmente às sextas e o cardápio era variado, indo desde esfihas do Habib's até salgados e doces mais elaborados. Era a hora mais feliz do dia.
Em uma dessas sextas, o cardápio era pastel. E naquele dia eu estava especialmente salivando alucinadamente por essa iguaria das feiras populares espalhadas por este Brasilzão de meu Deus. O cardápio já era definido no começo da semana, o que fazia aumentar a ansiedade por experimentar a sensação única de ter aquela massa crocante e oleosa com queijo derretido em minhas papilas gu…

…e as cólicas começaram

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E as aventuras da paternidade não têm fim. Na verdade é só o começo. E agora e a vez da temida cólica, a destruidora dos sonos doa pais. E para homenagear este fenômeno, criei um texto meio música do titãs, meio roteiro introdutório de um filme do Zé do Caixão e uma dose de Pedro Bial way of life.

Cólicas, essas diabólicas
O grunhido desesperado de lúcifer
Dores pulsantes, bastardas inglórias
O inferno na Terra, a pura súplica

Cólicas, sórdidas, mórbidas, nada bucólicas
Sofrimento natal, lágrimas sólidas
Impossível se acalmar sem uma bebida alcoólica
Impossível ouvir e não se sentir melancólica

Cólicas, de energia hiperbólica
Capaz de acionar uma usina eólica
Com seus ares pulmonares de velocidade estrombólica
Gases, dores, contrações em réplicas e tréplicas

Cólicas são simbólicas
As dores provocadas pela acidez fólica
Que não passa nem com a ajuda da Igreja Católica
Duvida? Quer fazer uma apostólica?

Mas essa cólica é histórica
Acontece de forma ametódica
Causa uma impaciência empí…

Simplesmente tocha 2

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E o tocha está de volta. Tocha é um amigo de infância com desvio comportamental severo. Tanto que ele está rendendo a segunda crônica. A primeira, escrita em 8 de junho deste ano, hoje é a mais lida de todo o blog. A parte 2 provavelmente não ficará atrás nos quesitos insanidade, doença mental e What the Fuck? Apertem os cintos, ajeitem-se nas cadeiras e let's read, motherfuckers.
Foi em meados de 1994. A galera toda se reunia em uma espécie de boteco/padaria chamado Blackout. Éramos praticamente os donos da bodega. Umas 30 pessoas dispersas em mesas aleatórias, bebericando a valer e disparando pérolas verbais pelos 4 cantos do recinto. Uma viagem dos ogros da idade média para nosso período contemporâneo. Quem passava pelo local, certamente se assustava com um bando de cabeludos metaleiros rindo como zebus no cio.
E as noites de sexta e sábado sempre eram assim: um lugar improvável, pessoas impagáveis e situações pitorescas.
Vale comentar um fenômeno extremamente comum em qualque…

Hino Nacional do Tibet (crônica retrô)

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Esse mês foi marcado pelos conflitos em Lhasa, capital do Tibet, onde o governo chinês invadiu a terra dos budinhas. E como Entre o Bem e o Mauro é antenado nas novidades do mundo globalizado e tem um dom natural de compor letras de hino, mostro para vocês, queridos leitores, em primeira mão o novo hino do Tibet.
Hino Nacional do Tibet
Das cordilheiras do Himalaia vejo ao longe Com a buda de fora é um simpático monge Sua careca reluz forte e brilhante Montado em um gorducho elefante
Viajou no paquiderme durante meses Trazendo produtos eletrônicos dos chineses No meio do caminho estourou o seu cadarço Atrasando a entrega na 25 de Março
Pré-Refrão
Diz a tradição que buda está de costas rodeado de dinheirinho Mas não bota na bunda do buda que a buda do bunda não é cofrinho
Os chineses são parecidos com japoneses Pele amarela, pinto pequeno e boxes tailandeses A capital do Tibet, vejam só, se chama Lhasa Igual o cachorro que meu amigo tem em casa
Refrão
Buda salve o Tibet Onde os monges não tem carro e só a…

Hora de dormir

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É impressionante a quantidade de histórias que a paternidade está me rendendo. É uma atrás da outra. Daqui a pouco vou ter que mudar o nome do blog para Entre o Bebê e o Mauro. A última aconteceu ainda hoje. Mas antes de contar, vale uma introdução.
Um dos principais problemas nesse começo é a hora de dormir. Confesso que estamos penando para adequar a nossa rotina à rotina dela. O resultado são noites mal dormidas e momentos de impaciência. Entre os motivos estão a fome, dores e, certamente, a manha. E nessa hora acontece um fenômeno que imagino ser muito comum: a chuva de conselhos. São táticas infalíveis para acalmar a criança e deixá-la em um sono tão profundo e relaxante que os anjos celestiais do Reino de Fofolândia descem tocando Dorme Neném no ritmo de Enya misturado com Bob Marley. Quando o desepero bate, qualquer estratégia é bem vinda. E aqui vale comentar 4 delas.

Chupeta - Foi a primeira coisa que pensamos fora dos top 5 (peito, colo, berço, fralda e massagem). Quando nos…

10 verdades definitivas sobre a paternidade

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A paternidade é uma dádiva divina, algo que muda sua vida de uma vez por todas, uma sensação incrível. Mas ser pai não é para qualquer um e, tomando como base meus 8 dias de progenitor, cheguei às 10 verdades definitivas sobre a paternidade.

1 - Se você quer mesmo, do fundo do seu coração, nas entranhas de sua alma, nas profundezas de sua essência escapar do ritual da troca de fraldas, seja um eficiente assesssor. Acompanhe cada movimento da mãe, deixe os acessórios - algodão, cotonete, fralda, água, etc. - sempre ao seu alcance. E seja rápido, antecipe as ações. Se mostrar eficaz faz com que ela esqueça que você não está colocando a mão na "massa".

2 - Uma simples esticada de corpo no sofá pode ser sua única forma de descanso. Por isso, aproveite cada período livre para dormir, mesmo que seja de pé. Seu bebê vai consumir a mais remota forma de energia viva de seu corpo, deixando-o em um estado pré-zumbi com sintomas como alucinações leves, pocket convulsões e desconexões s…