Entrevista com o tornado de Xanxerê


Nesta semana, algumas cidades catarinenses sofreram com a passagem de um tornado que deixou um rastro de destruição, principalmente em Xanxerê. Poucos esperavam que o país fosse atacado por este fenômeno da natureza e todos gostariam de saber porque aconteceu.

Pois bem, em mais um furo de reportagem, Entre o Bem e o Mauro conseguiu uma entrevista exclusiva com o tornado, que fez muitas revelações. Veja a seguir:

Mauro – E aí, tornado, que bons ventos o traz?
Tornado – Ah, estou rodando por aí
Mauro – Você não se cansa de levar destruição por onde passa?
Tornado – Destruição? Que exagero! Está fazendo tempestade em copo d´água
Mauro – Você veio sozinho?
Tornado – Não, trouxe minha mulher, Hilda Furacão
Mauro – Hum, então está apaixonado?
Tornado – Sim, ela me deixa sem ar
Mauro – E como se conheceram?
Tornado – Em Buenos Aires. Estávamos em uma boate. Quando tocou Loves in the Air, ela olhou pra mim, eu olhei pra ela...
Mauro – E foram para o motel?
Tornado – Não, antes passamos em um restaurante italiano. Comemos massa de ar quente, nosso prato preferido
Mauro – E o que você vem tanto fazer no Brasil?
Tornado – Visitar um grande amigo, o Tony Tornado
Mauro – Mas aqui não é lugar pra você. O Brasil é um país tropical e você é extratropical
Tornado – Não inVENTA
Mauro – Fiquei sabendo que você é músico. Que instrumento toca?
Tornado – Qualquer um de sopro.
Mauro – Pratica esporte?
Tornado – Sim, ando de biciclone
Mauro – Ator preferido?
Tornado – George Ciclooney
Mauro – Como é "eu vejo clone" em inglês?
Tornado – I see clone
Mauro – O que faz um prego feito de osso?
Tornado – Fura Cão
Mauro – Para que serve um colírio giratório?
Tornado – Para o olho do furacão
Mauro – Melhor acabar a entrevista, né?
Tornado – Estamos jogando merda no ventilador
Mauro – Então é isso, seja mal-vindo
Tornado – Fui!

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