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Mostrando postagens de Novembro, 2016

Black Friday dos infernos

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Às vezes tenho medo de mim. Vejamos:
04 de Agosto de 2014 20h42 – Nossa, preciso acordar amanhã, às 6h20, para ir à academia. Não posso deixar a preguiça me vencer dessa vez. 05 de Agosto de 2014
6h20 – Ah não, muito cedo, fim de semana eu vou e faço o treino com mais intensidade. Bom é que dá pra ir mais tarde. Bora dormir. Zzzzzz.
10 de Novembro de 2014 21h17 – Amanhã tenho que acordar antes das 6h30 para fazer o exame de sangue que o médico pediu, sem falta. 11 de Agosto de 2014
6h29 – Nossa, já são 6h30? Mas eu estou me sentindo bem, cheio de saúde, creio que não preciso ter pressa pra fazer esse exame. Aos sábados posso fazer depois das 10h. Fui. Zzzzzz.
20 de Abril de 2015 22h01 – Estava quase me esquecendo. Amanhã preciso levar o carro ao mecânico para ver aquele defeito no freio. Lá abre às 7h. Levo nesse horário e dá tempo de chegar com calma ao trabalho. 21 de Abril de 2015
6h55 – Hummm, a cama tá tão totosinha. Outro dia levo o carro, não tem problema mais uns dias sem freio. Ando na m…

Sábio guru

Semana passada ouvi uma piada que, mais que gargalhadas, me causou intriga. Antes de entrar no mérito polêmico da questão, vou contá-la para vocês, meus amados leitores.
"Dois amigos conversavam quando um deles perguntou se o outro já ouvira falar de um famoso ermitão, que vivia no cume de uma montanha andina, conhecido por sua memória infalível. O outro amigo, duvidando, resolveu tirar a história a limpo. Se deslocou até a montanha, foi ao encontro do Guru e, de bate pronto, questionou: É verdade essa história que tens uma grande memória?. Sim!, retrucou o guru. Então o que comestes no café da manhã de 4 de janeiro de 1913? Ovos, respondeu o guru, sem pestanejar. Nesta hora um terrível terremoto ocorreu e engoliu o sábio montanhês. 20 anos depois, o rapaz estava no Central Park, andando com seus netos, quando avistou o guru sentado. Surpreso, aproximou-se do ermitão e gritou: Nossa!! Mas, como? Fritos com bacon, afirmou o sábio."
Pois bem, de posse destas informações de cunh…

Você só tem 1 chance

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Semana passada estava assistindo ao quadro “Você só tem uma chance” do Fantástico, onde é mostrada uma situação de extremo perigo e o apresentador oferece 3 opções para sair ileso dela ou pelo menos com menor risco de se dar mal. Daí pensei em algumas situações que poderiam explorar. Vamos lá:
Situação 1
Tadeu Schmidt – Vai começar agora, Você só tem uma chance! Poliana Abritta – E a situação hoje vai te deixar arrepiado. Tadeu Schmidt – Imagine. Você está em uma balada, fim de noite e uma mulher se aproxima, cheia de amor para dar. Poliana Abritta – Vocês logo tascam um beijo apaixonado. Tadeu Schmidt – Mas o que você não sabe, mas desconfia, é que trata-se de um travecão. Isso mesmo, é um homem. O que fazer? Poliana Abritta – Você só tem uma chance. Vamos às opções: 1 – Colocar a mão nos países baixos para confirmar? 2 – Empurrar com fúria o traveco?; ou 3 – Sair com ele para um lugar mais reservado? Tadeu Schmidt – Algumas informações importantes: Seus amigos estão por perto, e eles são e…

Possível conversa entre Trump e Obama

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Possível conversa entre Donald Trump e Barack Obama durante o ritual de transição de poderes.
B.O – E aí, Donald, vamos tomar uma OBrahma para comemorar sua vitória?
D.T. - Melhor não, amanhã eu tenho muito Trump.
B.O – Para com isso, você ainda não tomou posso, vai trumpar onde?
D.T. - Sou trumpetista na orquestra de NY.
B.O – Que legal, vamos montar uma Obanda. Mas, me diga, ficou surpreso com o resultado da eleição?
D.T. - Ri muito, foi hillary
B.O – É, Donald, os americanos vão pagar o PATO por seus preconceitos
D.T. - Não sou preconceituoso...talvez com as mulheres...odeio quem tem Clintonris.
B.O – Você não arma a Barack quando vê uma mulher atraente?
D.T. - Já não tenho idade pra isso. No, i can't.
B.O – E por que você odeia tanto os mexicanos. Você não acha o México gostoso?
D.T. - Na verdade não gosto de latino. Gosto mais Do Naldo. Ou o The Wall do Pink Floyd.
B.O – Bom, você sabe que os presidentes americanos devem estar sempre de terno azul. Você USA?
D.T. - Não, pref…

Virando um velhote

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Tudo indica que eu esteja sofrendo uma mutação comum entre os seres humanos: a ranzinzação tiozística aguda, ou seja, estou virando um velhote. Biológica e mentalmente falando. Daqueles cheios de mania e mal humorado certas vezes. E alguns sintomas comprovam isso.
1 – A barriga
Talvez seja o aspecto mais simbólico. Cheguei em um ponto que desfazer da minha barriga vai exigir um esforço além do suportado por um ser humano. Aprendi a conviver com ela e encarar o lado positivo, que são poucos. O problema é tanto que aconteceu o que a maioria dos homens teme: o eclipse peniano, quando não é mais possível enxergar, a olho nu, o bilau.
2 – Controle de flatulência
Essa tá difícil. Sempre fui um adolescente que se queixava dos velhos peidorrentos, achando que eles eram mal educados em soltar seus gases em locais públicos. Hoje eu entendo o drama deles. Após o consumo desenfreado de bebidas e alimentos que promovem a fermentação interna, associado ao desgaste elástico e baixa capacidade de cont…

Uma fórmula promissora

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Essa aconteceu comigo nos áureos tempos de rock'n'roll all night and party every day na minha vida. Era um garoto que como alguns, gostavam de Sepultura e Iron Maiden. Nessa época, eu tinha uma banda de metal e convivia com cabeludos vestindo seu uniforme preto para chocar a sociedade com músicas pesadas e palavras contra o sistema.
Uma particularidade ocorria nessa fase da minha história: tinha o poder de atrair pessoas incomuns. Ok, completamente loucas. Seja na atitude, no visual ou no mental. Seres provindos das catatumbas de crazy little thing called rock. E um deles merece um destaque especial e, por isso, é motivo dessa crônica. Seu nome: Cássio, um dos guitarristas de uma das formações de minha banda.
Cássio era muito louco. Mas ele tocava bem. Sério, ali deveria ter um coquetel de drogas, hormônios estragados, fórmulas proibidas de laboratórios clandestinos da cisjordânia, desvios de neurônios e uma pitada de surrealismo cubista. Tinha horas que era difícil entender …