O remarketing do bem



Sempre admirei o remarketing, aquela ferramenta que faz com que anúncios de produtos do seu interesse te persigam durante a sua navegação na internet. Nos primórdios, acreditava que se tratava de uma mágica. Eu pesquisava um tênis (eu disse tênis) e lá estava o anúncio dele em diversas páginas. Hoje sei que não há nada de mágico, é até relativamente simples. Ou era. Sinto que estão em um novo patamar. Eu explico.

Há 1 semana estou com uma tosse que não sai de mim e, não teve jeito, entrei no antibiótico. Mais que a preocupação com a recuperação em si estava a impossibilidade de ingerir álcool em pleno fim de semana. Trágico, não? 

Mas sou um cara inquieto e, chegando à farmácia, perguntei ao farmacêutico: "É verdade que não posso beber tomando antibiótico?". Ele foi categórico: "Não, corta o efeito".
Não saí satisfeito com a resposta. E aí você para e pensa: "Caraca, parece que estou lendo um roteiro de Tarantino, você começa falando de remarketing e agora antibióticos?". Calma, abestado, vou unir as partes.


Fui até o Dr. Google pesquisar. E a resposta demonstra o quanto ele me conhece, até nas pequenas angústias do dia a dia. A primeira resposta apareceu em um box bem chamativo, ilustrado e muito claro:


"Quantidades moderadas e ocasionais de álcool, como o consumo social de 2 taças de vinho ou 2 latinhas de cerveja (ou 1 dose de bebida destilada), não provocam nenhuma interferência no efeito da maioria dos antibióticos. Na verdade, mesmo doses mais elevadas de álcool não costumam cortar o efeito do antibiótico."


Até saiu uma lagriminha aqui. Obrigado, internet. Um brinde à sua sabedoria.

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